Carnaval é instinto.
Carnaval é carne, musculosa ou flácida, mas carne.
Lembrar de que ao final do bloco?
É viver as sensações, o possível prazer e isso basta.
Se a entrega (ou não) a completos estranhos dá prazer, por que conhecê-los melhor?
Por que não cristalizar a auto-estima no momento da festa e aproveitar o máximo que puder?
Sei que se conselho valesse algo, não seria tão banal, mas aí vai:
Se a disposição de fazer valer o momento sem quaisquer expectativas ou desejos a médio prazo estiver firme, vá e frente e pegue um monte. Sem dó nem piedade.
Se há qualquer hesitação ou lampejo de racionalidade, não faça. Na dúvida não faça.
Acredite-me: "melhor se arrepender do que fez do que daquilo que não fez" é um clichê que não corresponde à natureza humana das culpas e arrependimentos.
Tentemos ser coerentes e menos contraditórias.
Na dúvida, melhor se arrepender do que não se fez do que daquilo que se fez (e que nem foi tão bom assim que justifique). Acredite-me. Sua auto-estima agradece.