A vida é feita de sinais. Há mensagens que chegam a nós das mais
diferentes formas. Não, não falo de nada que se assemelhe à religião
ou paranormalidade. Falo daquelas nuances corriqueiras que às vezes
percebemos e, em tantas outras, deixamos passar.
Noto isso quando a empregada amarra a cara sem mais nem porquê,
quando o carro fica com um barulho diferente ou quando uma amiga
deixa de ligar pra você, como de costume. São sinais, basta saber
lê-los. Existem também outros tipos de sinais: aqueles "divinais",
aqueles que nos protegem do acaso - aqueles que julgamos fazer
parte do destino. Exemplo? Quando se deixa de pegar o ônibus que
bateu ou o avião que caiu. São os sinais atrasados, aqueles que
entendemos depois.
Existe um terceiro tipo de sinal que muitos insistem em não perceber
ou, quando percebem, teimam em ignorá-lo. Eu os chamo de sinais
do amor próprio.
Vejo muitos seres humanos viverem esse tipo de cegueira em relação
a certos matizes das relações. Mulheres, então, são meus exemplos
favoritos! Há um código claro que nós, mulheres, por querermos que
a relação dê certo, nos proibimos de seguir:
1. Se o seu cara não quer namorar, é porque ele não gosta
o suficiente. Sem mais complexidades. É fato. Quando nos
apaixonamos, jogamos muito pro alto!
2. Se o seu cara é casado, ele não está forçado a nada e, sim,
dividido. O que é um sentimento absurdamente humano - o de
sentir-se dividido entre duas pessoas, dois amores.
3. Se o cara da noitada não ligou pra você, ele não é um cafajeste:
as regras da vida noturna são bem claras - ninguém promete nada
(sequer sabe-se o nome um do outro).
4. Se o namorado não fala em casar, ele não é um mau caráter: ou
ele é um acomodado ao extremo ou não gosta o bastante pra mudar
de vida a tal ponto (possibilidade mais provável).
Seja lá como for, ler sinais é algo fundamental. Não querer ler é
mais fácil e menos doloroso, mas lê-los e interpretá-los corretamente
(cuidado com as distorções!) nos torna menos reféns de nossos
pensamentos. Ler e aceitar o que decodificou é encarar a verdade e
esta, é sempre melhor e mais libertador. Acredite.
diferentes formas. Não, não falo de nada que se assemelhe à religião
ou paranormalidade. Falo daquelas nuances corriqueiras que às vezes
percebemos e, em tantas outras, deixamos passar.
Noto isso quando a empregada amarra a cara sem mais nem porquê,
quando o carro fica com um barulho diferente ou quando uma amiga
deixa de ligar pra você, como de costume. São sinais, basta saber
lê-los. Existem também outros tipos de sinais: aqueles "divinais",
aqueles que nos protegem do acaso - aqueles que julgamos fazer
parte do destino. Exemplo? Quando se deixa de pegar o ônibus que
bateu ou o avião que caiu. São os sinais atrasados, aqueles que
entendemos depois.
Existe um terceiro tipo de sinal que muitos insistem em não perceber
ou, quando percebem, teimam em ignorá-lo. Eu os chamo de sinais
do amor próprio.
Vejo muitos seres humanos viverem esse tipo de cegueira em relação
a certos matizes das relações. Mulheres, então, são meus exemplos
favoritos! Há um código claro que nós, mulheres, por querermos que
a relação dê certo, nos proibimos de seguir:
1. Se o seu cara não quer namorar, é porque ele não gosta
o suficiente. Sem mais complexidades. É fato. Quando nos
apaixonamos, jogamos muito pro alto!
2. Se o seu cara é casado, ele não está forçado a nada e, sim,
dividido. O que é um sentimento absurdamente humano - o de
sentir-se dividido entre duas pessoas, dois amores.
3. Se o cara da noitada não ligou pra você, ele não é um cafajeste:
as regras da vida noturna são bem claras - ninguém promete nada
(sequer sabe-se o nome um do outro).
4. Se o namorado não fala em casar, ele não é um mau caráter: ou
ele é um acomodado ao extremo ou não gosta o bastante pra mudar
de vida a tal ponto (possibilidade mais provável).
Seja lá como for, ler sinais é algo fundamental. Não querer ler é
mais fácil e menos doloroso, mas lê-los e interpretá-los corretamente
(cuidado com as distorções!) nos torna menos reféns de nossos
pensamentos. Ler e aceitar o que decodificou é encarar a verdade e
esta, é sempre melhor e mais libertador. Acredite.
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